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Fazer sexo não faz mal. Não existe um número aconselhado, isso depende das pessoas envolvidas.

O sexo oral é definido como o contacto dos lábios, boca ou língua com o pénis, genitais femininos ou o ânus de outra pessoa. Muitas ISTs incluindo infecção por Chlamydia, Gonorreia, Sífilis, HPV, HIV, Herpes simplex 1 e 2 são transmitidas através do sexo oral. Pelo que a utilização do preservativo é recomendada. Na actividade sexual entre indivíduos do sexo feminino a prevenção pode ser feita com Dental Dam, protector de língua ou preservativo convencional.

O vaginismo define-se pela presença de contracções involuntárias persistentes ou recorrentes da musculatura do terço inferior da vagina, o que impede introdução do pénis, dedo ou espéculo.

O vaginismo pode ser primário ou secundário (após um período de função sexual normal). Pode também ser global (ocorre em todas as situações e com qualquer objecto) ou situacional (por exemplo, pode ocorrer com um parceiro, mas não com outros)

É mais frequente em mulheres com desejo sexual hipoactivo e com aversão sexual.

Etiologia: psicossocial (mais frequente), distúrbios ginecológicos e alguns fármacos.

Tratamento: O tratamento mais eficaz é a combinação de psicoterapia cognitiva e comportamental conhecida como dessensibilização sistemática que se baseia em técnicas de relaxamento muscular profundo, nomeadamente através da introdução de dilatadores de diâmetro crescente na vagina. O objectivo é que a paciente fique dessensibilizada em relação ao medo que tem de que a penetração vai ser dolorosa. Simultaneamente estes exercícios permitem que a mulher tenha a sensação de controlo para que as contracções vaginais não sejam uma resposta automática à penetração. Há ainda a possibilidade de fisioterapia do pavimento pélvico.